{"id":63,"date":"2025-08-22T15:40:51","date_gmt":"2025-08-22T18:40:51","guid":{"rendered":"https:\/\/chameleoncomp.com\/blog\/?p=63"},"modified":"2025-08-26T11:07:56","modified_gmt":"2025-08-26T14:07:56","slug":"luz-branca-como-a-percebemos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/chameleoncomp.com\/blog\/luz-branca-como-a-percebemos\/","title":{"rendered":"Luz branca \u2013 Como\u00a0a percebemos"},"content":{"rendered":"\n<p>Como sabemos, a luz branca \u00e9 formada a partir da composi\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias cores e v\u00e1rios comprimentos\u00a0 de onda, resultando em uma distribui\u00e7\u00e3o espectral de pot\u00eancia, a qual sensibiliza os olhos, sendo transformada em sinais visuais pelo c\u00e9rebro. <\/p>\n\n\n\n<p>Dependendo\u00a0\u00a0da composi\u00e7\u00e3o das intensidades e dos valores desses comprimentos de onda, podemos perceber diferentes tipos de luz\u00a0 branca, informalmente classificadas em tr\u00eas categorias: branco\u00a0 frio, neutro e quente.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das refer\u00eancias que existem, quanto \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da luz&nbsp; branca, \u00e9 o que chamamos de temperatura de cor, que define a&nbsp; cor, ou o tipo de branco que uma fonte de luz emite. As curvas&nbsp; de temperatura de cor s\u00e3o curvas do tipo isot\u00e9rmicas (mesmas&nbsp; temperaturas) e s\u00e3o distribu\u00eddas ao longo da curva do corpo&nbsp; negro (black body locus), conforme apresentado na Figura 1. A&nbsp; unidade de medida da temperatura de cor \u00e9 em graus Kelvin (K)&nbsp; e quanto menor seu valor, mais \u201cquente\u201d ser\u00e1 a luz, e quanto&nbsp; maior, mais \u201cfria\u201d ser\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como a distribui\u00e7\u00e3o de LEDs brancos ao longo da curva do\u00a0 corpo negro era muito dependente do fabricante do LED, sendo que cada um tinha a sua pr\u00f3pria distribui\u00e7\u00e3o de \u201cbins\u201d, a\u00a0 American National Standard Institute (ANSI) introduziu a norma\u00a0 C78-377-2008 para definir os limites m\u00e1ximos de varia\u00e7\u00e3o das\u00a0 coordenadas de cromaticidade para cada valor de temperatura\u00a0 de cor. Com isto, os fabricantes de LEDs come\u00e7aram a especificar seus produtos conforme este padr\u00e3o, o que facilitou muito a\u00a0 especifica\u00e7\u00e3o por parte dos usu\u00e1rios, permitindo melhor entendimento e compara\u00e7\u00e3o entre as op\u00e7\u00f5es de LEDs para o projeto\u00a0de seus produtos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>No gr\u00e1fico da Figura 2, \u00e9 apresentada a representa\u00e7\u00e3o da\u00a0 curva do corpo negro com os valores das temperaturas de cor\u00a0 com os respectivos quadrantres que limitam as coordenadas de\u00a0 cromaticidade. Esta norma baseia-se no estudo das elipses de\u00a0 MacAdam e s\u00e3o equivalentes a aproximadamente 7 SDCM (Stan\u00a0dard Deviation Color Matching) para cada quadrante. <\/p>\n\n\n\n<p>Como podemos notar no gr\u00e1fico acima, temos a distribui\u00e7\u00e3o\u00a0 dos pontos centrais dos quadrantes alojados sobre ou pr\u00f3ximos \u00e0\u00a0 curva do corpo negro, o que significa que podemos consider\u00e1-los\u00a0 realmente brancos, pois quanto mais afastamos as coordenadas\u00a0 x,y da curva do corpo negro, mais observamos o fen\u00f4meno do\u00a0 \u201ctingimento\u201d, uma vez que come\u00e7amos a perceber a mescla\u00a0 com cores adjacentes. Neste ponto, podemos constatar que ao\u00a0 simplesmente definirmos uma determinada temperatura de cor,\u00a0 n\u00e3o necessariamente estamos especificando de forma correta,\u00a0 pois, para o mesmo valor de temperatura de cor, podemos ter\u00a0diferentes coordenadas de cromaticidade e, portanto, percep\u00e7\u00f5es\u00a0 diferentes de luz branca.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez, o entendimento disto seja um tanto quanto dif\u00edcil, por tanto fa\u00e7amos um exemplo pr\u00e1tico. Na Figura 3, apresentamos&nbsp; o diagrama da Figura 2, com foco na temperatura de cor de um&nbsp; LED de 3.000K.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Temos, ent\u00e3o, a representa\u00e7\u00e3o da norma ANSI C78.377-2008,\u00a0 no qual detalhamos o quadrante das m\u00e1ximas varia\u00e7\u00f5es de\u00a0 cromaticidade para um LED de 3.000K. Note que a curva na cor\u00a0 vermelha que corta o quadrante horizontalmente \u00e9 a curva do\u00a0 corpo negro, e a curva perpendicular representa a curva isom\u00e9trica relativa aos 3.000K de temperatura de cor. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXckbKxA3u21W__AV8UmbRL31CwL3DNRxEuBgbX-2li-y9l850QsXoa7yIpFDQZQ8FVUKaoC271X8AyuilhCm7tN5VVraYT60vzvAjztkisX4x_T6H2Lj5-oNHQnXc1aJ4xn0oHi3Q?key=56a1IEr4Jsf1Pcrc7aU30w\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Figura 1 \u2013 Representa\u00e7\u00e3o do diagrama CIE 1931 com a escala das v\u00e1rias temperaturas de cor.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vamos, ent\u00e3o,\u00a0 considerar dois pontos sobre a curva dos 3.000K, sendo o ponto A com coordenadas de cromaticidade (x1,y1) e o ponto B de\u00a0coordenadas (x2,y2), ambos sobre a reta dos 3.000K.\u00a0 Podemos concluir que, por se tratar de uma reta isom\u00e9trica (mesma temperatura), os pontos A e B ter\u00e3o a mesma\u00a0 temperatura de cor, por\u00e9m, comparando-os, notamos que os\u00a0 dois apresentam tonalidades de branco diferentes. <\/p>\n\n\n\n<p>O ponto A\u00a0 apresentar\u00e1 um tom rosado e o ponto B apresentar\u00e1 um tom\u00a0 esverdeado. Isto se deve ao fato de que, quanto mais afastado\u00a0 do corpo negro estiver o ponto A, maior ser\u00e1 a influ\u00eancia da\u00a0 cor magenta, e quanto mais afastado do corpo negro estiver o\u00a0 ponto B, maior ser\u00e1 a influ\u00eancia da cor verde. Chamamos este\u00a0fen\u00f4meno de tingimento (do ingl\u00eas tint).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Com isto, podemos concluir que quanto mais pr\u00f3ximo ou&nbsp; superposto estiver o ponto de coordenadas x,y do corpo negro,&nbsp; mais pura ser\u00e1 a cor branca obtida. Por este fato, conclu\u00edmos&nbsp; tamb\u00e9m que n\u00e3o \u00e9 suficiente simplesmente especificarmos o valor&nbsp; da temperatura de cor; \u00e9 preciso tamb\u00e9m especificar e limitar os&nbsp; valores das coordenadas de cromaticidade do LED.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 ouvi, muitas vezes, profissionais da \u00e1rea considerarem os&nbsp; LEDs com cor branca quente mais frios do que as l\u00e2mpadas&nbsp; convencionais. Na verdade, o que costuma acontecer \u00e9 eles&nbsp; poderem apresentar um tingimento esverdeado, e ent\u00e3o, ser&nbsp; confundidos como mais frios.&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXeA1FQcTkcBmsPy3ox7G-QPBLJUjQKv9TFFtQf9Y1Kgiics7vzoTc-r6Ee37Ca-hzMOUHBJTBzTLlCOgP4_HCKGYOwDF8AKJxkiiIqEHVEZRjIdfVwUePLm4gfyrOI3iS66jrxb?key=56a1IEr4Jsf1Pcrc7aU30w\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Figura 2 \u2013 Representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da especifica\u00e7\u00e3o da cromaticidade para produtos\u00a0de ilumina\u00e7\u00e3o de estado s\u00f3lido, no diagrama de cromaticidade CIE 1931.\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXfa8E1LBxL94TsSHI9p3fURZyP9CGbOoHW1KJ0dEQ1e8RYjXajhmiCcvKE_0OqoaGjGAqUEY4W5PNxnr_5WpS9HxMrx34KUDui6Qli5mP5wqyHpb6SSfJf-Sh3La6J0s5kFjjyJlw?key=56a1IEr4Jsf1Pcrc7aU30w\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Figura 3 \u2013 Representa\u00e7\u00e3o detalhada dos limites de cromaticidade\u00a0\u00a0conforme norma ANSI para um LED de 3.000K.<\/p>\n\n\n\n<p>A fim de melhor compreender no que realmente consiste a percep\u00e7\u00e3o da luz branca, o LRC (Lighting Research Center) realizou\u00a0 alguns experimentos com o objetivo de medir nossa percep\u00e7\u00e3o de\u00a0 ilumina\u00e7\u00e3o branca levando em considera\u00e7\u00e3o diferentes valores de\u00a0 temperatura de cor. Como resultado final, a percep\u00e7\u00e3o de luz branca\u00a0 sem tingimento para altas temperaturas de cores (acima de 4.000K)\u00a0 est\u00e1 associada a coordenadas de cromaticidade ligeiramente acima\u00a0 da curva do corpo negro. Contrariamente a isto, para valores de\u00a0 baixas temperaturas de cores (abaixo de 4.000K), a percep\u00e7\u00e3o est\u00e1\u00a0 associada com cromaticidades bem abaixo da curva do corpo negro.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade, de certa forma, este estudo vem confirmar algo&nbsp; que a ind\u00fastria de LEDs j\u00e1 havia conclu\u00eddo anteriormente, princi palmente com base nas especifica\u00e7\u00f5es feitas por v\u00e1rios lighting&nbsp; designers ao redor do mundo. Em projetos com temperatura&nbsp; de cor variando de 2.700K a 3.500K, \u00e9 comum especificarem a&nbsp; cromaticidade abaixo da curva do corpo negro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel se obter LED branco quente com o ponto\u00a0 central de cromaticidade da el\u00edpse abaixo da curva do corpo negro. Dessa forma, al\u00e9m da boa consist\u00eancia de cores, garante-se\u00a0 tamb\u00e9m uma percep\u00e7\u00e3o mais agrad\u00e1vel da luz branca sem os\u00a0 indesej\u00e1veis tingimentos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias:<\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>ANSI_NEMA_ANSLG C78.377-2008 \u2013 Specification for the<br>Chromaticity of Solid State Lighting Products<\/li>\n\n\n\n<li>ASSIST: Alliance for Solid State Illumination Systems and<br>Technologies. Perception of White Light Sources of Different Color<br>Temperatures. LRC study of 2011.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sobre o autor<\/h3>\n\n\n\n<p>>> Vicente Scopacasa \u00e9 engenheiro eletr\u00f4nico com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Administra\u00e7\u00e3o\u00a0 de Marketing. Tem s\u00f3lida experi\u00eancia em semicondutores, tendo trabalhado em\u00a0 empresas do setor por mais de 40 anos. Especificamente em LEDs, atuou por mais\u00a0 de 30 anos em empresas l\u00edderes na fabrica\u00e7\u00e3o de componentes. Atua, hoje, como\u00a0 consultor na \u00e1rea de ilumina\u00e7\u00e3o de estado s\u00f3lido e como professor em cursos de\u00a0 especializa\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como sabemos, a luz branca \u00e9 formada a partir da composi\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias cores e v\u00e1rios comprimentos\u00a0 de onda, resultando em uma distribui\u00e7\u00e3o espectral de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":67,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-63","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Luz branca \u2013 Como\u00a0a percebemos - Blog Chameleon | Componentes de Ilumina\u00e7\u00e3o e Eletr\u00f4nicos B2B<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/chameleoncomp.com\/blog\/luz-branca-como-a-percebemos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Luz branca \u2013 Como\u00a0a percebemos - 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